segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Contaminação de alimentos: o perigo mora em casa


Dados epidemiológicos do Ministério da Saúde apontam que 45% das contaminações por doenças transmitidas por alimentos ocorrem dentro das casas dos brasileiros. Esse tipo de doença, responsável por cerca de 670 surtos com 13 mil doentes todo ano, está associada principalmente ao manuseio incorreto e à conservação inadequada de alimentos.
Para evitar que os alimentos sejam contaminados por microrganismos nocivos a saúde dos seres humanos, é preciso que a população tome alguns cuidados que vão desde a compra até o preparo desses alimentos. É o que a Organização Mundial da Saúde (OMS) define como as cinco chaves para uma alimentação segura.Nesse sentido, um aspecto que não pode ser esquecido é o da limpeza.
É preciso lavar as mãos antes de iniciar a preparação dos alimentos e, freqüentemente, durante todo o processo. Os equipamentos, superfícies e utensílios, como facas ou tábuas de corte, também devem estar limpos.Insetos, pragas e outros animais precisam estar longe do local onde a comida será preparada.
Além disso, as bancadas de cozinhas e as tábuas de corte não podem ter rachaduras, trincas e outros defeitos que favoreçam o acúmulo de líquido e sujeiras.Outra recomendação da OMS é separar os alimentos crus dos cozidos para evitar a contaminação cruzada. Isso porque, alimentos crus, especialmente carnes, peixes e seus derivados, podem conter micróbios perigosos que podem ser transferidos para outros alimentos, durante sua preparação ou armazenamento.
A temperatura também é fundamental para evitar a contaminação. Um cozimento adequado, a uma temperatura acima de 70ºC, consegue matar quase todos os micróbios presentes nos alimentos. Para ter certeza do cozimento completo, principalmente em carnes bovinas e de frangos, deve ser verificada a mudança da cor e textura na parte interna do alimento.É preciso lembrar que em condições ideais, uma única bactéria pode se multiplicar em 130 mil em apenas seis horas. Uma temperatura abaixo dos 5ºC ou acima dos 60ºC retarda essa multiplicação. Por isso, alimentos cozidos não podem ficar por mais de duas horas à temperatura ambiente, os alimentos perecíveis devem ser refrigerados e os cozidos permanecer quentes até o momento de serem servidos.
Por fim, o cidadão deve conhecer a procedência do alimento que consome. Nesse quesito, é fundamental verificar se o supermercado ou estabelecimento comercial apresenta condições adequadas de conservação dos alimentos oferecidos, inclusive com presença de termômetro, em refrigeradores e congeladores, para controle da temperatura.
Critérios como proximidade de casa e preço dos produtos não são suficientes na hora da compra de alimentos. Para garantir uma alimentação mais segura, o consumidor brasileiro precisa agregar, ao seu dia- a- dia, conceitos como limpeza e organização dos ambientes, nos quais compra sua comida.
Fonte : ANVISA




quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sindrome metabólica e microcirculação.

A obesidade combinada com a má alimentação e falta de atividade física regular (Sindrome metabólica)  faz com que os vasos sanguíneos de indivíduos com este perfil se fechem com o passar dos anos.
O processo pode prosseguir até o desaparecimento parcial desses vasos, comprometendo de forma significativa a microcirculação do fluxo sanguíneo.
Dependendo do excesso de gordura, os microvasos podem entupir e "secar", gerando pane no sistema circulatório responsável pelo transporte e distribuição do sangue nos tecidos e órgãos.
Essas alterações na microcirculação estão envolvidas, na origem, no que chamamos de lesões de órgãos-alvo [coração, cérebro e rins], ocasionando complicações nestes órgãos nobres do nosso organismo, como insuficiência cardíaca, renal e lesões cerebrais.

A conclusão é de um estudo realizado em parceria pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Para previnir tudo isso é só praticar exercício regularmente e ter uma alimentação equilibrada. Na dúvida de como começar, procure ajuda de um profissional especializado no assunto.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Anvisa estabelece redução de sódio em alguns alimentos

O Ministério da Saúde estabeleceu um acordo com a indústria alimentícia, em 13 de dezembro de 2011, que preconiza a redução de sódio em alguns alimentos. Foram selecionados os mais consumidos pelo público infanto-juvenil, que incluem: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados).

Ficou estabelecido para cada um desses alimentos o teor máximo de sódio a cada 100 gramas do alimento, conforme descrito na tabela abaixo:
  
Essa estratégia faz parte da campanha de redução do consumo de sal lançado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde. O objetivo é conscientizar os consumidores em reduzir o uso de sal e fazer escolhas mais saudáveis ao adquirir alimentos.
A campanha surgiu a partir de dados que constataram que a população brasileira consome, em média, 12 g/dia de sal. Este é um consumo elevado comparado com o consumo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de até 5g/dia.
Essa preocupação se iniciou com a pesquisa realizada pela Anvisa, em 2010, que avaliou o perfil nutricional de alimentos processados. O estudo revelou, por exemplo, que o consumo de um pacote de salgadinho de milho ultrapassa a quantidade máxima de sódio recomendada por dia, além de apresentarem alta densidade energética e baixo conteúdo de fibras.
Segundo o Ministro da Saúde, a meta é que haja redução de 1.634 toneladas de sódio até 2014. Estarão disponíveis em supermercados folders, banners e cartazes para alertar sobre os perigos da alta ingestão de sal e de alimentos ricos em sódio.
Referência(s)
Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Mais sete grupos de alimentos terão redução de sódio. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br Acessado em: 19/12/2011

Macedo L. Acordo que prevê redução de sódio em alimentos é ampliado. Disponível em: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/12/acordo-que-preve-reducao-de-sodio-em-alimentos-e-ampliado.html Acessado em: 19/12/2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Alguns motivos para consumir o óleo de coco.

Ação Antioxidante – Colabora na diminuição da produção de radicais livres. Isso se deve principalmente à ação direta da vitamina E presente na gordura de coco.

Colesterol -  Ajuda na redução do mau colesterol (LDL) e evita que ele se oxide. Por outro lado, promove a elevação do bom colesterol (HDL), contribuindo assim na prevenção e no tratamento das doenças cerebrais e cardiovasculares.

Emagrecimento – De fácil absorção, a gordura de coco é a melhor fonte de triglicerídeos de cadeia média, não necessita de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, estes triglicerídeos rapidamente se transformam em energia, desta maneira não se depositam no organismo. Por isso ela é considerada “termogênica”, ou seja, capaz de gerar calor e queimar calorias. Esta propriedade, aliada a capacidade que a gordura de coco tem de estimular a glândula tireoide, aumenta o metabolismo basal e, consequentemente, emagrece.

Função intestinal – Tanto nos casos de prisão de ventre ou mesmo nas diarreias, os componentes da gordura de coco agem normalizando as funções intestinais. Ao mesmo tempo o ácido láurico, através do monolaurin, ajuda a eliminar as bactérias patogênicas (inimigas), protegendo e favorecendo o crescimento da “flora amiga”.

Tireóide - Melhora o funcionamento da tireóide, tendo ainda ação antienvelhecimento – Estudos realizados há mais de 30 anos comprovaram que a gordura de coco estimula a função da glândula tireóide. O bom funcionamento da tireóide faz com que especificamente o mau colesterol (LDL), através de processo enzimático, produza os hormônios antienvelhecimento: pregnenolona, progesterona e DHEA (dehidroepiandrosterona). Todas estas substâncias são necessárias na prevenção de doenças cardiovasculares, senilidade, obesidade, câncer, entre outras doenças crônicas relacionadas à idade.

Diabéticos – Controla a compulsão por carboidratos – Assim como os alimentos ricos em fibras ajudam a manter níveis estáveis de insulina no sangue, conseqüentemente facilitando a vida dos diabéticos, a gordura de coco proporciona uma sensação de saciedade ainda maior e, acima de tudo não estimula a liberação de insulina, contribuindo desta forma para diminuir o “craving” compulsão por carboidratos, principalmente a doces.

Fadiga crônica e fibromialgia - Até recentemente, estas duas doenças não eram reconhecidas pela medicina tradicional. Somente agora após uma grande divulgação na mídia da melhora clínica de milhares de pacientes, é que o tradicional “stablischment”, deu mão a palmatória, chegando mesmo a ser reconhecida pelo FDA, quando liberou um medicamento para combater este mal.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Personal diet

Já ouviram falar em Personal Diet?
O Personal diet é o profissional de nutrição que trabalha focando suas necessidades nutricionais, de forma completamente individualizada.
O diferencial é que você não precisa ir até ele, ele vai até você e faz um trabalho complementar. Pois além do planejamento nutricional, ele também vai a sua casa e orienta a organizar geladeiras e dispensas, faz visita guiada a supermercados e hortifrutis ensinando como comprar, o que comprar e como otimizar esse processo, também ensina (na sua própria cozinha) a reduzir o valor calórico das preparações, a base da culinária light... Enfim, ajuda você e sua família a ter hábitos alimentares mais saudáveis.
Se quiser saber mais e conhecer melhor os serviços oferecidos pelo Personal diet conheça o Mova Saúde, uma empresa especializada em nutrir sua vida!!!
Conheça nosso site (http://www.movasaude.com.br/) Você vai se surpreender!!!!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O novo guia alimentar.

O Departamento de Agricultura do governo norte-americano lançou o My Plate, um guia da nutrição que substitui a pirâmide alimentar, com  o objetivo de ressaltar de maneira mais fácil as porções e alimentos que devem constar em uma dieta saudável.
Nesse novo esquema, as cores sinalizam a maneira correta de montar seu prato, com quatro grupos de alimentos: vegetais, grãos, frutas, proteínas e laticínios.
O guia traz várias dicas bem simples de alimentação:
· Evite porções gigantes;
· Metade do prato deve ter vegetais e frutas;
· Opte por grãos integrais em pelo menos metade dos alimentos ricos em carboidratos;
· Prefira o leite desnatado ou semi.
· Cuide a quantidade de sódio de sopas, pães e congelados. Prefira os que tenham menor valor da substância.
· Beba água ao invés de bebidas adoçadas.